“The most corageous act is still to think for yourself”. Coco Chanel
Facebook made $3.2 billion in advertising revenue last year, 85 percent of its total revenue. Yet Facebook’s inventory of data and its revenue from advertising are small potatoes compared to some others. Google took in more than 10 times as much, with an estimated $36.5 billion in advertising revenue in 2011, by analyzing what people sent over Gmail and what they searched on the Web, and then using that data to sell ads. […]
Material mined online has been used against people battling for child custody or defending themselves in criminal cases. LexisNexis has a product called Accurint for Law Enforcement, which gives government agents information about what people do on social networks. The Internal Revenue Service searches Facebook and MySpace for evidence of tax evaders’ income and whereabouts, and United States Citizenship and Immigration Services has been known to scrutinize photos and posts to confirm family relationships or weed out sham marriages. Employers sometimes decide whether to hire people based on their online profiles, with one study indicating that 70 percent of recruiters and human resource professionals in the United States have rejected candidates based on data found online. […]
Stereotyping is alive and well in data aggregation. Your application for credit could be declined not on the basis of your own finances or credit history, but on the basis of aggregate data — what other people whose likes and dislikes are similar to yours have done. If guitar players or divorcing couples are more likely to renege on their credit-card bills, then the fact that you’ve looked at guitar ads or sent an e-mail to a divorce lawyer might cause a data aggregator to classify you as less credit-worthy. When an Atlanta man returned from his honeymoon, he found that his credit limit had been lowered to $3,800 from $10,800. The switch was not based on anything he had done but on aggregate data. A letter from the company told him, “Other customers who have used their card at establishments where you recently shopped have a poor repayment history with American Express.”
Even though laws allow people to challenge false information in credit reports, there are no laws that require data aggregators to reveal what they know about you. If I’ve Googled “diabetes” for a friend or “date rape drugs” for a mystery I’m writing, data aggregators assume those searches reflect my own health and proclivities. Because no laws regulate what types of data these aggregators can collect, they make their own rules. […]
In the 1970s, a professor of communication studies at Northwestern University named John McKnight popularized the term “redlining” to describe the failure of banks, insurers and other institutions to offer their services to inner city neighborhoods. The term came from the practice of bank officials who drew a red line on a map to indicate where they wouldn’t invest. But use of the term expanded to cover a wide array of racially discriminatory practices, such as not offering home loans to African-Americans, even those who were wealthy or middle class.
Now the map used in redlining is not a geographic map, but the map of your travels across the Web. The term Weblining describes the practice of denying people opportunities based on their digital selves. You might be refused health insurance based on a Google search you did about a medical condition. You might be shown a credit card with a lower credit limit, not because of your credit history, but because of your race, sex or ZIP code or the types of Web sites you visit.
Amizade: um tesouro a ser conquistado
Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos da América, realizaram um estudo com dez mil executivos seniores para medir o poder da amizade na qualidade de vida dos americanos.
O resultado foi impressionante: ter amigos reduziu em nada menos que cinquenta por cento o risco de morte, sobretudo por doenças, num período de cinco anos.
Essas informações nos convidam a pensar a respeito das amizades que cultivamos.
Muitos de nós temos facilidades para fazer novos amigos. Mas, nem sempre temos habilidade suficiente para manter essas amizades.
É que, pelo grau de intimidade que os amigos vão adquirindo em nossas vidas, nos esquecemos de os respeitar.
Assim, num dia difícil, acreditamos que temos o direito de gritar com o amigo. Afinal, com alguém devemos desabafar a raiva que nos domina.
Porque estamos juntos muitas horas, justamente por sermos amigos, nos permitimos usar para com eles de olhares agressivos, de palavras rudes.
Ou então, usamos os nossos amigos para a lamentação constante. Todos os dias, em todos os momentos em que nos encontramos, seja para um lanche, um passeio, uma ida ao teatro ou ao cinema, lá estamos nós, usando os ouvidos dos nossos amigos como lixeira.
É isso mesmo. Despejando neles toda a lama da nossa amargura, das nossas queixas, das nossas reclamações. Quase sempre, produto da nossa forma pessimista de ver a vida.
Sim, nossos amigos devem saber das dificuldades que nos alcançam para nos poderem ajudar. O que não quer dizer que devamos estragar todos os momentos de encontro, de troca de afetos, com os nossos pedidos, a nossa tristeza.
Os amigos também têm suas dificuldades e para nos alegrar, procuram esquecê-las e vêm, com sua presença, colocar flores na nossa estrada árida.
Outras vezes, nos permitimos usar nossos amigos para brincadeiras tolas, até de mau gosto. Acreditando que eles, por serem nossos amigos, devam suportar tudo. E quase sempre nos tornamos inconvenientes e os machucamos.
Por isso, a melhor fórmula para fazer e manter amigos é usar a gentileza, a simpatia, a doçura no trato com as pessoas.
Lembremos que a amizade, como o amor, necessita ser alimentada como as plantas do nosso jardim. Por isso a amizade necessita, para se manter, da terra fofa da bondade, do sol do afeto, da chuva da generosidade, da brisa leve dos pequenos gestos de todos os dias.
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Usa a cortesia nos teus movimentos e ações, gerando simpatia e amizade.
Podes começar no teu ambiente de trabalho. Os que trabalham contigo merecem a tua consideração e o teu respeito.
Torna-os teus amigos. Por isso, no trato com eles, usa as expressões: Por favor, Muito obrigado.
Lembra-te de dizer Bom dia, com um sorriso, desejando de verdade que eles todos tenham um bom dia.
Observa e ajuda quanto puderes, gerando clima de simpatia.
Sê amigo de todos e espalha o perfume da amizade por onde vás e onde estejas.
Redação do Momento Espírita, com base no texto Amizade: um tesouro a ser conquistado, do boletim SEI, nº 1676, de 13.05.2000 e com pensamentos do cap. CLXXIII, do livro Vida feliz, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 11.01.2012.





